O débito cardíaco consiste no volume de sangue ejetado pelo coração no período de 1 minuto.
Dessa forma, para encontrarmos o valor do débito cardíaco devemos levar em consideração o volume que o coração ejeta em cada contração, e a quantidade de batimentos que o coração realiza no período de 1 minuto, chegando então à seguinte fórmula:
DC = VS x FC
Onde:
DC é referente ao Débito Cardíaco
VS é referente ao Volume Sistólico
FC é referente à Freqüência Cardíaca
Então quaisquer fatores que influenciem nas variáveis da fórmula, alterarão o débito cardíaco.
Os fatores que influenciam a frequência cardíaca são chamados de Cronotrópicos, podendo ser Cronotrópicos Positivos, que aumentam a frequência, e Cronotrópicos Negativos, que reduzem.
Já os fatores que influenciam o volume sistólico são a pressão nos vasos da parede dos ventrículos no momento que antecede a sístole, chamado de pré-carga. A pressão na parede dos ventrículos no momento da sístole, chamado de pós-carga. E a contratilidade, que é a força com que o músculo cardíaco efetua a contração.
Quanto maior o retorno venoso no momento da diástole, maior será a quantidade de sangue no coração e com isso maior a pressão na parede do ventrículo no final da diástole, maior pré-carga.
E a pós-carga, que é a pressão na parede do ventrículo durante a contração, reflete a pressão arterial periférica (para o ventrículo esquerdo) e pulmonar (para o ventrículo direito). Quanto mais vasoconstrição os vasos tiverem, mais força o coração terá que fazer, e maior a pós-carga.
Os fatores que influenciam na contratilidade são chamado de Ionotrópicos, podendo ser Ionotrópicos Positivos, que aumentam a força de contração, e Ionotrópicos Negativos, que diminuem.
O sistema nervoso autônomo, alterações hidroeletrolíticas e alguns farmacos, possuem efeitos Cronotrópicos/Ionotrópicos no sistema.
Nenhum comentário:
Postar um comentário